quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Caráter a preço de queijo!

Eu sou o Zé-Brasil, nascido e criado nesse país que eu vi crescer junto comigo. Vi cada ratinho daquela época se tornar o camundongo que é hoje. Vi cada um deles surgir, nas universidades, nas ruas, fosse com cara pintada nas manifestações, fosse com o abaixo-assinado que apoiava greves. Eles cresceram e mudaram... e como mudaram! Não só de posição social, mas de ponto de vista também, eram contra tudo e todos, a defender algo quase impossível, a julgar que se tivessem o poder tudo fariam. Hoje tem e nada foi feito além de um Bolsa Família; programa do governo criado para enganar os pobres, e as obras do PAC; programa de aceleração da corrupção, mais uma vez enganando aqueles que não tem “educação”, conhecimento, que mal sabem do que se trata e que são a base dessa pirâmide, onde os ratos estão no topo, e que dessa base são dependentes. Por isso essas pessoas não podem estudar em uma escola de qualidade, e a extrema dificuldade ao acesso a universidade pública. Para que esse tal vestibular? Para que só possam saber da verdade aqueles que tem condição de pagar por ela, ou tempo para pesquisá-la. E quem são esses? Por acaso são filhotes de ratos? Isso faz com que fique difícil que as baratas cheguem ao mesmo lugar que os ratos, é... Estamos voltando ao início, governos hereditários... E por aí eu sigo, vendo os filhotes se tornarem adultos e terem outros filhotes... E o futuro? Quem sabe mudaria se deixassem de ter nojo das baratas.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Ser ilícito,ou ser corrupto,não há outra opção!

Falar de politica é uma coisa complicada,ela em si é boa,rígida,consita,útil e perspicáz,assim como foi sonhada, tudo é tão bonito, tão perfeito, o homem eleito pelo povo, para governar o povo, temer e amar ao próprio povo,mas como tudo feito pelo ser humano, na prática a teoria é outra, aqui reina a "mais valia", funciona o velho "olho por olho, dente por dente", "proteja os teus, pois usarei os meus", hoje em dia a arte e a ciência de bem governar, de cuidar dos negócios públicos, poderia ser renomeada, talvez negociação lucrativa comum a poucos, voltamos ao tempo de Maquiavél, onde "os fins justificam os meios", mesmo que nesse caminho deixemos exércitos de crianças passando fome, então promulguemos leis pra ajuda-las, que tal PAC(programa de aceleração da corrupção), ou talvez PSF(programa do super faturamento), ou quem sabe Bolsa Família, (dinheiro na bolsa,opa, só se for na minha), pensamos ter ultrapassado a ditadura, mas ela ainda está aí, prolixa aos nossos olhos, é assim que estão educando nosso povo, diminuem a qualidade do ensino nas escolas, para que ninguém reclame quando o outro disser: " Quero que se dane a opnião pública". E logo assistimos a um deputado (sozinho) acabar com as cotas, vem o Monte de Porcaria, embarga a promulgação da lei, afinal, não somos todos iguais? Temos os mesmos direitos? Melhores são os asnáticos, que ainda aplaudem esses boiadeiros. No fundo a experiência é simples, Brasil, cada vez mais um país de tolos!

sábado, 28 de novembro de 2009

Quem procura, acha!

"Terra, o planeta azul", esse paradoxo está com seus dia contados,logo ele mudará de tom, que tal marrom? Basta que o ser humano continue a habitá-lo, o telencéfalo altamente desenvolvido e o polegar opositor,que o diferenciava dos demais seres vivos,que sofrem cada vez mais como abandono de seu habitat para viver confinado entre grades,além das experiências.
Quem controla o mundo hoje não são os governos, mas sim as tão ditas "corporações", através de instrumentos como a mídia, as instituições, os politicos (facilmente comprados). Até que ponto chega uma instituição para obter grandes lucros, usando da falta de ética, da ganância, da mentira e da frieza (dons de alguns empresários).
Depois de muito ter poluído, o homem descobriu o mal que fez a si mesmo, sinais de aviso indicavam que alguns produtos quimicos seriam perigoso, os dados eram simples, esporádicos, mas gradualmente foram se acumulando, para sabermos, hoje, o quanto os produtos sintéticos, os nossos produtos de consumo, produzem câncer e crianças "defeituosas", além de outros efeitos tóxicos. Estamos em meio a uma epidemia de câncer, e a industrialização é a grande responsável por isso, estima-se que em setenta anos, um em cada três homens sofrerá da doença em algum período da sua vida.
Não há tempo hábil, quem não soube aproveitar sua liberdade, agora, sofrerá as consequências. "Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, que não há ninguém que explique,e ningúém que não entenda" (Jorge Furtado)